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LÉO PAJEÚ
Poesias e Contos, Sentimentos e Versos, Sonhos e Visões de um Premonitor.
Textos


OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE DO BRASIL


Noël Semog
 
Os Quatro Cavaleiros são personagens descritos na terceira visão profética do Apóstolo João no livro bíblico de Revelação ou Apocalipse. Os quatro cavaleiros do apocalipse são: Peste, Guerra, Fome e Morte. Que para os cristãos vai acontecer antes do fim de todas as coisas, mas para mim estão no dia a dia do Brasíl há muito tempo. Depois de ler alguns artigos e informações sobre a atual situação do Brasil e conhecer melhor sobre os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, sobre suas cores eu que representam, que alguns escritores, padres, pastores e blogueiros com intenções de descrever ou prever o o fim do mundo se divergem em suas visões e previsões escrevi este texto, artigo ou coisa afins.
A atual situação politica, judiciária, financeira e da mídia no Brasil vem causando muita preocupação à toda população que depende destas isntâncias para garantir credibilidade, seu trabalho e seu sustento. É impressionante como as pessoas, de todos os níveis, perguntam e comentam sobre a situação do momento, no Brasil. Há certa desorientação e inquietação generalizada.
Quem está certo? Quem está dizendo verdades? Quem está se aproveitando da situação? Quem está, descaradamente, mentindo? No que vai dar tudo isso que está sendo dito e mostrado? Então, se hoje alguém se pergunta: por que a situação está tão caótica, atrapalhada e desorientada, certamente, não é culpa do povo. Esse sabe muito bem de suas necessidades urgentes. Mas sabe também que não é ouvida, não participa das decisões dos governantes que miram seus objetivos e não o anseio popular. Conseguirão asfixiar a voz da povo!

O PODER DA MÍDIA (O Cavaleiro do Cavalo Vermelho)

Representa o Sangue, líquido vermelho, viscoso, que circula nas artérias e veias bombeado pelo coração, transportando gases, nutrientes e elementos necessários à defesa do organismo, o viver; a existência. Assassinato, ação ou efeito de assassinar; ação de assassinar (matar) uma outra pessoa; assassínio. Guerra, luta armada entre nações, ou entre partidos de uma mesma nacionalidade ou de etnias diferentes, com o fim de impor supremacia ou salvaguardar interesses materiais ou ideológicos, qualquer combate com ou sem armas; combate, peleja, conflito.
“E saiu outro, um cavalo vermelho; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.”
Apocalipse 6:4
Hoje em dia ao ligar a TV, acessar a internet, abrir um jornal, não muito comum, apesar dos tabloides distribuidos de graça em locais de grande movimentação, sabemos o porquê dessa gratuidade, sempre tem políticos e empressários por trás desse trabalho pilantrópico. Mas, voltando a mídia, a qual a faço representar O Cavaleiro do Cavalo Vermelho do Apocalipse, essa trás em todos seus meios de comunicação o sangue como foco principal, suas principais notícias no dia a dia que ocupam maior parte do tempo ou estampam suas páginas falando de morte, e as chamadas principais usam letras engarrafadas vermelhas, para char atenção do leitor.
A mídia televisiva ocupam tardes e noites falando e comentando de assassinatos ocorridos recentemente ou fazendo melodrama de casos que possam fixar o telespectador a sua frente. Outras partes falam de guerra travadas por outros países, Nos últimos tempos, ler o jornal se tornou uma experiência entristecedora e revoltante. Só tem desgraça: bombardeios em Gaza, conflitos com separatistas na Ucrânia, o brutal avanço do Estado Islâmico no Iraque e na Síria... Às vezes parece que o mundo inteiro está em guerra. Mas o pior é que, de acordo com especialistas, isso é verdade. De 162 países estudados pelo IEP (Instituto for Economics and Peace's), apenas 11 não estaõ envolvidos em nenhum tipo de guerra.
Não é de agora que sabemos da força que a mídia tem, e isso fica mais nítido quando por meio de toda essa força ela passa a inculcar nas pessoas uma ideia ou mesmo um ponto de vista já formado sobre determinado assunto. E note que quando fazemos referência à mídia, estamos na verdade nos referindo à todas as suas formas de veiculação, seja ela falada, escrita, televisada e até aquela feita pelos meios virtuais e outros meios que sejam possíveis.
Nos últimos anos, impulsionados pela difusão dos meios de comunicação, principalmente dentre as classes sociais ditas de menor poderio econômico, o poder da mídia ficou ainda maior. É notória toda essa influência e persuasão que ela possui principalmente na parte mais pobre da sociedade, vez que esta, formada na sua maioria por pessoas com pouca instrução, acaba tomando como verdade absoluta tudo que é veiculado, justamente por não possuírem meios e ou condições de discordar daquilo que é dito, a mídia não dar o direito de resposta, não tem retórica.
A influência gerada pela mídia tem atingido patamares tão altos, que na mesma proporção tem tornado a questão ainda mais séria e preocupante, posto que temos notado que nem mesmo algumas entidades públicas que deveriam de fato zelar pela boa aplicação do direito, nem mesmos essas instituições têm conseguido permanecer imune a toda essa influência, na prática elas têm sucumbido a esse grito desesperado de justiça feito pela sociedade, mas que por de trás tem a mídia como autora mediata.
Enfim, pode-se dizer que é uma inquisição moderna, posto que todo aquele apontado como autor, passa a ser odiado pela sociedade de tal forma, que mesmo depois de provada sua inocência, ainda há quem duvide disso. Tudo, simplesmente pela forma com que a mídia cuidou da questão. Importa dizer que tamanha a gravidade de uma notícia feita sem responsabilidade, que mesmo tendo sido provado de que o possível apontado na verdade nada havia feito, até hoje esse anunciado pela mídia sofre pelo ocorrido.
O que foi para o telejornalismo apenas mais uma notícia, foi o suficiente para acabar com a vida do envolvido, Não será com atitudes extremadas que formaremos uma democracia plena, pois qualquer que seja o ato extremado, seja para reprimir ou para liberar, ele não favorece a obtenção desse resultado.
Enquanto não se mudar a forma de se fazer e transmitir as notícias no Brasil, devemos primordialmente mudar a nossa percepção ao receber uma informação, não devemos considerá-la como verdade absoluta. Devemos sim, de outro modo, analisá-las, antes de qualquer coisa como uma mentira, mas uma mentira que possui potencial de ser tornar verdade.

O PODER JUDICIÁRIO (O Cavaleiro do Cavalo Preto)

Representa a Obscuridade, ausência de luz; estado do que é obscuro; escuridão, falta de clareza, de inteligibilidade; caráter do que é confuso. Peste, doença infectocontagiosa que se manifesta sob a forma bubônica, pulmonar ou septicêmica, que é transmitido ao homem, contagioso; pestilência.

 
E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: "Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho.” Apocalipse 6:6

O que separa as nações entre a civilidade e a barbárie não é o sistema de governo e sim a presença ou ausência de Justiça. Que os erros dos magistrados sejam realmente punidos, como ocorre com todos os cidadãos que pagam por seus erros. Justiça é maior para quem ganha menos? O cidadão precisa de uma justiça ágil, comprometida, proba e coativa para conviver em sociedade. O povo precisa confiar na justiça para ter paz social. Uma nação sem justiça é uma nação que perdeu as leis, o governo, a ordem e o respeito. Sem justiça, as leis não são respeitadas e a nação fica a mercê de bandidos, rebeldes e justiceiros.
Cada cidade deveria ter no mínimo um juiz para aplicar a lei de forma coativa e sem benevolências. Todo benefício judicial deve seguir de monitoramento e pena no caso de serem descumpridas as condições. O sistema prisional deve ser supervisionado por um juiz que pode entrar com processo contra o governante que negligenciar suas responsabilidades na execução penal. O Poder Judiciário deve ser coativa e agir em defesa da lei e da ordem pública e jurídica.
A imparcialidade do juiz é pressuposto de validade do processo, devendo o juiz colocar-se entre as partes e acima delas, sendo esta a primeira condição para que possa o magistrado exercer sua função jurisdicional. Referido pressuposto, dada sua importância, tem caráter universal e consta da Declaração Universal dos Direitos do Homem, artigo X:
Todo ser humano tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir sobre seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele”.

O PODER DAS FINANÇAS (O Cavaleiro do Cavalo Descorado (verde-água ou baio)

Representa o Corpo em decomposição. É um processo biológico realizado geralmente por bactérias no qual uma matéria orgânica é aos poucos reduzida a uma forma mais simples e tem seus nutrientes devolvidos ao solo, resolução de um corpo ou de um conjunto nas suas partes simples, redução a elementos simples, alteração profunda; desorganização, corrupção, putrefacção. Morte, Óbito ou falecimento; cessação completa da vida, da existência. Extinção; falta de existência ou ausência definitiva de alguma coisa: morte de uma espécie; morte da esperança; morte de uma planta.

Então ouvi a quarta Criatura:"Venha" e apareceu um cavalo baio, o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto.” Apocalipse 6:7

Na prática, alguns grupos ou pessoas acabam por ter mais influência nas decisões que outros, por diversos motivos decorrentes das próprias relações sociais. Um dos principais motivos são as relações econômicas, Muito se fala hoje acerca da hegemonia das finanças na economia, o que, contudo, não é novidade. Já no início do século passado, observava-se situação similar, que vigorou até a queda da bolsa de valores de 1929. Após 1980, a hegemonia das finanças reascende por meio do pensamento neoliberal, que se torna predominante nas políticas econômicas das principais potências mundiais, especialmente EUA e Reino Unido.
O capitalismo atual, neoliberal, passa por uma fase muito específica cuja acumulação está relacionada estritamente com a financeirização (capital portador de juros ou mesmo finanças), No processo de globalização econômica que o mundo vem passando, a esfera financeira toma características muito particulares, suas instituições não estão mais restritas nem as dimensões geográficas nem a de regulação de Estados Nacionais.
Os capitais têm livre circulação e as instituições financeiras, por conseguinte, controlam os fluxos de capitais, ditam os moldes das políticas econômicas que os Estados têm de adotar e, portanto, têm uma influência muito grande nas suas ações. Diante desse cenário, pode-se constatar que, na mundialização capitalista contemporânea a finança é uma das forças motrizes mais fortes.
Em mais esse aspecto, os países emergentes são os mais prejudicados. Em uma projeção histórica, a crise da dívida começa nos países da América Latina, dentre os países em desenvolvimento, região mais endividada externamente, perdendo apenas para os países da África, com relação ao Brasil, vê-se que a situação não é diferente dos outros países emergentes. É também submetido ao processo de mundialização das suas finanças e fica refém do capital internacional.
O poder econômico-político que o empresariado financeiro adquiriu nas últimas décadas, juntamente com seus órgãos de representação de classe, deu-lhe bases para intervir nas tomadas de decisão do aparato estatal por meio de grupos de pressão, seja no Poder Executivo, seja no Poder Legislativo.
Nunca o brasileiro deveu tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos, imóveis – incluindo os recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), a dívida das famílias atingiu no fim do ano passado R$ 555 bilhões. O valor é quase 40% da renda anual da população, que engloba a massa nacional de rendimentos do trabalho e os benefícios pagos pela Previdência Social.
A especulação dos bancos com alimentos leva à fome e à miséria milhões de seres humanos. Populações frágeis em todo o mundo, vivendo próximas da ou na linha de pobreza, serão devastadas pela alta dos preços e pela volatilidade. Quase um bilhão de pessoas estão já pobres demais para se alimentarem, de modo que é certo que qualquer aumento no preço dos alimentos a longo prazo envolverá outros milhões de pessoas que agora estão apenas sobrevivendo.
A extensão do envolvimento de apenas um banco nos mercados agrícolas aumentará as preocupações de que a especulação alimentar poderia ajudar a fazer os preços subirem de tal forma que impulsionariam uma onda de rebeliões nos países mais pobres do mundo, à medida que os suprimentos básicos se tornem inacessíveis às populações. O mundo enfrenta atualmente a pior recessão, desde a década de 1930.
 Embora a crise não tenha sido desencadeada pelos países em desenvolvimento, estes estão a ser seriamente atingidos devido, entre outras coisas, a uma diminuição das trocas comerciais, a condições mais estritas de financiamento em todo o mundo e à redução das remessas de fundos.
A pobreza e a fome estão aumentando e é possível que se assista uma inversão dos avanços em direção aos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) conseguidos com tanto esforço. As crianças, as mulheres, os trabalhadores pobres, os migrantes e as pessoas já desfavorecidas são os mais vulneráveis. Há um maior risco de aceleração da degradação ambiental e as tensões sociais acentuam-se cada dia mais.

O PODER POLÍTICO (O Cavaleiro do Cavalo Branco)

Representa a Pureza. Branco desde dos romanos - A toga cândida, literalmente toga cândida, isto é branca, em que o tecido era clareado à base de alvejantes, perdendo sua cor crua original, era usada pelos que se apresentavam ao voto para as funções públicas. Daí veio o nome candidato, isto é, aquele que tem as vestes brancas, para representar a pureza de suas intenções. Santidade, qualidade ou virtude de santo, estado de santificação; virtude, pureza, religiosidade. Régio, que pertence ou diz respeito ao rei; que emana do rei, que tem suntuosidade; majestoso.

 
E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.
Apocalipse 6:2

Não há sistema bom que resista intacto a homens maus. A qualidade individual dos políticos certamente faz a diferença. Isso não significa, no entanto, que o nosso sistema seja virtuoso. Por que o Brasil esta entre as nações mais corruptas do Planeta? Será o nosso sangue latino? O calor dos Trópicos? A miscigenação? A herança patrimonialista ibérica? Que determinismo sociológico, histórico ou climático ou, ainda, que teoria estupidamente racista explicariam tanta lambança?
As eleições dos nossos representantes são realizadas de modo a institucionalizar o crime, pois os grupos econômicos, ao patrocinarem a eleição de Presidente, Governadores, Prefeitos etc., assim o fazem, como é natural, sob a condição de obterem financiamentos graciosos, participarem de licitações premiadas, privatizarem o espaço público, multiplicando lucros. Num tal contexto, a política passa a constituir extraordinário atrativo para criminosos profissionais, em geral burocratas medíocres, desqualificados moral e tecnicamente, sem perspectiva fora da política.
Certos partidos políticos passam a funcionar, assim, como autênticas quadrilhas, cujos membros seguem a lógica do quem dá mais, por isso que trocam de legenda constantemente, impunemente. O sistema representativo é um engodo que conta com a participação do próprio eleitor, que não raro exige, em troca do voto, algum proveito, de modo que o voto constitui, por isso, apenas um expediente para legitimar e perpetuar o crime, afinal os eleitos não representam o eleitorado, mas os seus próprios interesses e os interesses dos grupos econômicos que os patrocinam.
Apesar das fraudes, insistimos em perpetuar determinados criminosos no poder, e a tudo assistimos passivamente. A Polícia, que deveria, junto ao Ministério Público, formar instituição única, está subordinada ao Poder Executivo, de sorte que são prováveis investigados (Governadores, Prefeitos etc.) que em última análise comandam as investigações. Criminosos políticos estão protegidos por um sem número de privilégios (foro privilegiado, imunidades parlamentares etc.) que os tornam grandemente imunes às investigações.
A corrupção política traduz a nossa própria hipocrisia, a nossa indiferença, a nossa tendência ao jeitinho; afinal, corrupção é de algum modo interação/acordo entre corruptor e corrompido, entre eleitor e eleito. Somos obrigados a votar, quando votar é um direito e não um dever, pois o eleitor tem, há de ter, a liberdade de votar em quem quiser, quando e se quiser, consciente e livremente.
A democracia, essa desgastada metáfora, é uma palavra que remete a múltiplas relações de poder que nada têm de democráticas, relações freqüentemente de violência e tirania e permanentemente em mutação. Ppunir criminosos, embora necessário, não é o mais importante; o mais importante consiste em identificar as estruturas de poder que possibilitam o crime e mudá-las radicalmente, pois problemas estruturais demandam intervenções também estruturais e não apenas intervenções sobre indivíduos. Insistimos em preservar instituições absolutamente desnecessárias: Senado Federal, Câmara Distrital etc. Em vez de enfrentar os problemas em suas causas, em suas raízes, tentamos combatê-las em suas conseqüências, tardia, burocrática e simbolicamente; e isso equivale a não combatê-las.
Temos um Estado excessivamente burocrático, que tudo pretende resolver por meio de leis, demagogicamente. Multiplicar leis não significa evitar novos crimes, mas multiplicar novas violações à lei, e as leis desnecessárias enfraquecem as leis necessárias. Mais leis, mais juizes/tribunais, mais conselhos, mais prisões etc, pode significar mais presos, mas não necessariamente menos delitos.
O povo brasileiro acredita ser livre, mas está enganado: é livre apenas durante as eleições dos membros do Executivo e do Parlamento, pois, eleitos os seus membros, ele volta à escravidão, é um nada, é que a participação popular se limita ao sufrágio a cada quatro anos; mas eleitos, seus representantes, não se tem qualquer controle sobre seus atos, e o cidadão, convertido em objeto e não sujeito da política, só poderá expressar sua indignação nas eleições seguintes.
Em uma visão atual e não tão profética vemos hoje a maioria absoluta dos políticos de todas as esferas e sexo desviando o dinhieiro do contribuinte, usando em prol de sua família ou quase família, pois quando vemos mulheres linda e novas como companheiras ou esposas, defilandos em suas posses de governantes, chegas-e a entender que o amor tem preço, e ainda debocha da lei com todo holofote da mídia, postei uns versículos bíblicos que podem iluminar algumas mentes ou provocar uma retórica.
 
A mulher estava vestida de púrpura e de escarlate, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição” (Apocalipse 17:4)
 
Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que clamava: Vem! E vi aparecer um cavalo esverdeado/ amarelo. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras” (Apocalipse 6: 7-8)
 
"Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão. Peleja a boa peleja da fé, apodera-te da vida eterna, para a qual foste chamado" (1 Timóteo 6:10-12)
 
E por fim...
“Deus olhou para a terra e viu que ela estava corrompida: toda a criatura seguia o caminho da corrupção” (Gênesis 6:12)



Noël Semog – Poeta, escritor, contista e cordelista



 
Léo Pajeú
Enviado por Léo Pajeú em 06/07/2016
Alterado em 06/07/2016
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