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A Máscara e o Labirinto
Nem todo o riso que nos dita o lábio
Espelha a paz que mora no contento;
Há no sorriso um disfarce lento,
De quem esconde um sentimento sábio.
O cientista que mapeia o orvalho
De cada gesto e de cada momento,
Sabe que a face abriga o sofrimento
Sob o disfarce de um brilho bravio.
São dezenove as formas que a feição
Revela ao mundo, em dança sutil,
Mostrando a dor, o medo, a ilusão...
O riso humano é um labirinto mil,
Onde a alegria e a contradição
Habitam juntas num só gesto sutil.

OS SINAIS?