O Brilho Sufocado
Porque dão além da miséria como destino,
Porque nos querem pequenos e obedientes,
Tentam calar o grito dos inocentes
E apagar o fogo que há no caminho.
Querem o passo preso, o olhar mesquinho,
Almas murchas, passos indiferentes,
Para que nunca sejam florescentes
Os que carregam o sonho por carinho.
Mas há no peito uma centelha acesa,
Que desafia a força e a frieza,
Pois a alma livre não aceita o cativeiro.
Ainda que a noite pese sobre a mente,
Nenhum poder subjuga a flor da gente:
O nosso brilho é sol que vem primeiro.
Léo Pajeú Léo Bargom Leonires
Enviado por Léo Pajeú Léo Bargom Leonires em 24/09/2026
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