@leopajeuleobargomescritores @leobargom @leopajeu
Não há meta que pese
na página em branco
onde Léo Pajeú inventa o vento
e Léo Bargom descobre o mistério.
O livro não é troféu,
não é crachá de tribo,
nem moeda de troca no balcão do algoritmo.
Ler é um ato clandestino de paz:
folhear o papel amarelado pelo tempo,
esquecer o relógio,
deixar a história acontecer
como quem rega uma planta no escuro,
só porque quer ver o verde nascer
longe de qualquer aplauso.

OS SINAIS?